Life is supposed to be lived

Cecília, 18 anos. Gosto de muito de ler, sendo livros, revistas, jornal e mangás, desde que me prenda a atenção. Também gosto muito de ver filmes, animes, desenhos, enfim, mesmo princípio. Sou muito teimosa e também bastante chata, mas faço o possível para ver aqueles que amo sorrindo. Enfim, seja muito bem-vindo(a) ao meu espaço, meu pequeno mundo. Espero que goste!
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Just wanted to turn off my mind for some thousand years sometimes…

Just wanted to turn off my mind for some thousand years sometimes…

- O que foi?
- Nada, só estou feliz por ter te conhecido.
Amizade Colorida.

(via its-a-unreal-world)

Eu não preciso chorar para mostrar que estou triste. Nem gritar para dizer que sinto dor. Muito menos sorrir para Deus e o mundo para provar que sou feliz. Não preciso aparentar para ser, demonstrar para estar. Meu mundo acontece aqui dentro. E ele não é menor ou maior que o seu: é simplesmente o meu. Ele é meu com todas as letras, ele é meu em cada palavra, com todos os silêncios, com todos os incêndios. Eu ouvi meu choro, eu escutei meu grito, eu senti minha dor e eu gargalhei em paz sem precisar invadir o seu mundo com coisas tão minhas, com coisas tão lindas, com coisas tão findas que se repetem infinitamente: aqui dentro.
Eu me chamo Antônio  (via desnortiada)

(via tristeza-dor-saudade)

Eu não preciso chorar para mostrar que estou triste. Nem gritar para dizer que sinto dor. Muito menos sorrir para Deus e o mundo para provar que sou feliz. Não preciso aparentar para ser, demonstrar para estar. Meu mundo acontece aqui dentro. E ele não é menor ou maior que o seu: é simplesmente o meu. Ele é meu com todas as letras, ele é meu em cada palavra, com todos os silêncios, com todos os incêndios. Eu ouvi meu choro, eu escutei meu grito, eu senti minha dor e eu gargalhei em paz sem precisar invadir o seu mundo com coisas tão minhas, com coisas tão lindas, com coisas tão findas que se repetem infinitamente: aqui dentro.
Eu me chamo Antônio

(via tristeza-dor-saudade)

Você não precisa saber que eu choro porque me sinto pequena num mundo gigante. Nem que eu faço coisas estúpidas quando estou carente. Você nunca vai saber da minha mania de me expor em palavras, que eu escrevo o tempo todo, em qualquer lugar. Muito menos que eu estou escrevendo sobre você neste exato momento. E não pense que é falta de consideração eu dividir tanto de mim com tanta gente e excluir você dessa minha segunda vida, porque há duas maneiras de saber o que eu não digo sobre mim: lendo nas entrelinhas dos meus textos e olhando nos meus olhos. E a segunda opção ninguém mais tem.
Verônica Heiss.

(via tristeza-dor-saudade)